Pular para o conteúdo principal

Para quem não sabe o que é felicidade






Você 
precisa 
encontrar 
um 
sentido 
para 
sua
vida
antes
que
a
vontade
de
saber
como
é
ser
feliz
acabe
por
inteiro 



...




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Minha herança

Talvez eu nem mesmo tenha filhos, mas se os tiver guardo coisas que marcaram minha infância pra que eles possam ver. Sem muita presunção de querer provar como “as coisas no meu tempo eram melhores”, meus avós também dizem a mesma coisa e no fim esse sempre será o comentário que vai acompanhar as histórias alegres de infância de qualquer adulto. Como hoje é dia das crianças, estava lembrando desse meu hábito. Todas as coisas que seguem na lista abaixo tem uma história comigo, não pretendo contá-las por inteiro mas todas elas arrancaram sorrisos de mim e considero incríveis até hoje. O engraçado é que hoje eu olho as coisas, julgo elas como boas ou ruins mas naquela época nenhum conceito de qualidade era levado em consideração ainda assim tudo isso contribuiu pra o que me tornei. Não descrevi nem a metade de todas as coisas que se dividem entre um porta cd, uma gaveta e uma caixinha cheia de quinquilharias que to guardando para fazer minha herança...




1. Chaves

Assisto isso desde que m…

Eu já tenho Religião (folheto de crente que recebi hoje)

"Num de seus espetáculos de circo, Mazzaropi, o comediante, pôs-se a ensinar como chegar à lua. Ele dizia que em uma noite de lua cheia bastava pegar alguns bambus bem grandes, emendá-los e assim chegaríamos lá. É lógico que todos riam de sua inocência. 
Mas o que esta estória tem a ver com religião? A ingenuidade. Muitos religiosos são tão ingenuos quanto aquela criança que tenta alcançar a lua com varas de bambu.  Eles pensam que podem chegar até Deus acendendo velas, através de rituais ou ídolos inanimados...."





Rita

Existe um limite entre aquilo que se é e aquilo que se vê. Avatares são sempre bonitos e mesmo assim Rita era daquelas que se espremiam no mundo como se ali não houvesse lugar pra ela.

Ela era tola, feia, pequena e não fazia parte do seleto grupo de pessoas que nascem com a bunda virada pra lua. Descobriu isso no dia em que conheceu seu pai. Senhor polido, classe média alta. Na verdade um velho barrigudo e miserável que tinha no dinheiro toda a auto afirmação necessária para justificar seu comportamento egoísta.
Aquele velho olhara pra ela com cara de desapontamento. Se Rita tivesse cara de rica provavelmente teria ganho um abraço e um cheque com dinheiro pra pagar suas dívidas. Mas Rita era preta, cabelo duro e nariz de taboca.   Difícil acreditar que alguém como ela era filha do senhor polido, velho barrigudo, também preto e com nariz de taboca, porém rico.
Rita era daquelas que acreditavam nos princípios fundamentais: amor, esperança, felicidade... Mal sabia ela que riqueza provenien…